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quarta-feira, 6 de março de 2013

E SE,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,


Acho que todo mundo já se encontrou remoendo o passado e se questionando:
E se eu tivesse feito assim?
E sei não tivesse ido lá?
E se naquele dia eu a tivesse convidado pra dançar?
E se não tivéssemos terminado o namoro?
E se não tivesse sido grosseiro com meu chefe?
E se eu não tivesse casado com ela?
E se eu tivesse estudado?
Quem nunca se fez uma dessas perguntas e outras tantas?
Por vezes, ainda ficamos repetindo “eu devia ter…” ou “eu queria…”. Insatisfeitos com o presente, lamentamos o passado. São os nossos pesares. Ao voltar os olhos para o passado, sofremos pelos erros cometidos, pelas oportunidades perdidas.





Sabe, por mais que a gente queira acertar, algumas vezes vamos fracassar.
As escolhas que fazemos são baseadas no conhecimento que temos naquele momento. Ainda que avaliemos as consequências, não vamos dar conta de prever tudo. As alternativas que conhecemos hoje, não eram conhecidas no passado. O que sabemos hoje, está longe do saber que teremos no futuro.
Por isso, é fundamental nos aceitarmos. Não adianta viver pesaroso. Viver nos lamentando pelo passado não é viver. O pesar rouba nossa paz, nossa felicidade.
Se erramos contra alguém, por que não pedir desculpas? Se cometemos um erro, por que não aceitar a punição? Se não dá para reparar, por que não admitir que já passou e nada mais há a ser feito?
Temos que assumir nossa responsabilidade, nossa culpa. Não podemos nos deixar consumir pelas lembranças. Devemos lutar contra nossa vergonha, contra o ódio, contra os ressentimentos. Perdoarmos, inclusive, a nós mesmos.

sábado, 2 de março de 2013

sms













As pétalas são nascidas, colhidas e guardadas dentro do seu coração. Até murcharem e serem levadas pelo vento. O sou o vento que passa pelos seus cabelos. Revela seu rosto perolado pela luz do luar. Para sempre sentarei contigo
O caminho da vida corre 
E você sempre está lá para sustentar-me
Levanta-me e acolhe-me 
Sempre. Essa constância que será eternamente 
Quando penso em você 
As palavras não alcançam o que realmente sinto
O que realmente vivo e consigo conquistar 
E nesse simples verso te digo 
Você é universo que há dentro de mim
As palavras calam-se 
Pois o silêncio basta
Somente sentir. Nada mais que isso.
Pois quando penso você 
Vivo a verdade e a vida.

estranho,,,,,,,,,,,

É estranho, durante o dia você ri e brinca, parece estar feliz, se sente feliz... mas é só o cair da noite, longe dos seus amigos, longe das poucas coisas que te fazem bem, que a solidão vem, os pensamentos tumultuados vem, a tristeza vem, e quando a gente menos espera, a depressão nos toma conta como uma maré alta e furiosa. 
É um saco se sentir sozinha e triste, sem ter motivos plausíveis. A gente apenas sente aquela vontade louca de amenizar a dor causada por coisas passadas, que ficaram lá atrás, mas que insistimos em relembrar todas as noites. 
As vezes chego a conclusão de que gostamos dessa situação, talvez seja um pensamento conturbado e louco meu, mas acho que me acomodei a tristeza, me acostumei com a solidão. Talvez tenha caído na rotina, talvez eu precise chorar durante a noite para conseguir rir durante o dia, talvez

Luto: Viver Apesar de Tudo




Viver é também saborear o gosto acre da morte, do luto. Não apenas da morte propriamente dita, mas das mortes transfiguradas nas inúmeras perdas que sofremos durante toda nossa existência. O menino que fui, morreu para o adolescente que chegou, que morreu para o jovem, para o adulto. Enfim, o dia de ontem morreu para o dia de hoje, o segundo anterior morreu para o segundo quem vem. O passado morre para o presente, e se o luto não for elaborado, viveremos eternamente presos ao instante anterior, onde a vida já deixou de existir, já deixou de ser uma companhia. Viver é uma cidade sem muralhas, dizia Epicuro. Nesta cidade, estamos sujeitos a tudo: a dor e o prazer, a vida e a morte.
A vida e a morte, são como dois bailarinos que sincronicamente fazem juntos todos os seus movimentos; passos, gestos e sutilezas. Dançam juntos a mesma música, a mesma coreografia. A vida enquanto presente, leva uma vantagem de milésimos de segundos da morte, enquanto passado. Porém, a linha é tão tênue e sutil, que não percebemos a diferença. Por vezes, esse luto mais cotidiano, ordinário, passa desapercebido, não damos atenção porque aparentemente são segundos banais. Entretanto, quando nos damos conta, estamos com 70, 80 anos de idade e em um leito de morte. Só então é que teremos a sensação de não termos vivido, da vida ter se esvaído como água por nossos dedos. Ficamos tão agarrados ao passado, tentando pegar o abstrato, ver o invisível, que não nos damos conta, de que o presente fluía com todas as suas possibilidades. Mas, infelizmente “não estávamos lá” para usufruir. Só agora que estamos na eminência da “última morte”, é que percebemos que sem a morte não há vida, e que aceita-la, significa a possibilidade de uma nova vida que se renova a cada instante.
A todo o momento há falta. Essa falta, de qualquer forma pode trazer dor, e quando não aceitamos, pode nos trazer sofrimento. E pelo fato de não ser aceitar, há luto. Com isso, temos a cômica, ou trágica imagem do cachorro correndo atrás do próprio rabo. O real nos nega o objeto de desejo, nós negamos que nosso desejo foi negado pelo real, o que fatalmente resulta em dor. Nos revoltamos contra a vida, e a achamos injusta, sofremos ainda mais.
A impressão é que a realidade é o grande carrasco do desejo. E na verdade o é. Todavia, a realidade também é bondosa como uma mãe que às vezes é dura sim, mas que nos ensina a viver, a amar, a usufruir o que a vida tem a nos oferecer, apesar da morte, apesar da perda. A realidade às vezes concede nossos desejos e se não estes, outros, e com o tempo, aprendemos que também podemos ser felizes com estes “outros”. A felicidade não depende das perdas, mas sim do que conseguimos ganhar, e é isso o que importa.
Nada mais certo e normal que a morte, tudo o que tem um início, fatalmente terá um fim, e todos sabemos disso, porém preferimos nos enganar pensando que tudo é eterno. Meu namoro, meu casamento, meu cachorro, meu emprego, meus pais, meus avós, eu mesmo; todos eternos e perde-los não estava no escript. O trabalho de luto é aprender a dizer sim, tanto para a vida, quanto para a morte; para os ganhos e para as perdas.
Vida Breve
Uma vida não é senão um breve instante na eternidade, independente do quanto dura esse instante, é imprescindível que seja bem vivido, do contrário, a vida será um hiato, um vazio sem sentido. Dentro de cada vida, muitas outras vidas perfilam, vidas que a todo instante deixam de ser, deixam de existir, porque outras estão à espera. E cada finalização dessas breves existências, nos trazem o luto e sua conseqüente e necessária elaboração. Este que nos possibilita o desapego, a libertação de uma das mortes de nossa vida, para que novas possam nascer.
Aquele morreu quando estava para aproveitar a vida, desgostoso por ter sido tão breve e pouco vivida, ouve-se o comentário. Sendo assim, o que se lê é: aquele nunca aproveitou a vida! Sua existência correu rápida e descolada de si mesmo, e dela, não se aproveitou ou pouco se aproveitou. E porque até então não se pôde aproveitar? Por certo temos aqui a ausência do bem viver, portanto a dificuldade em morrer. Dificuldade, porque achamos que a vida não foi suficiente, queríamos mais, pois não nos sentimos preenchidos.
Este morreu feliz, conseguiu realizar seus sonhos. Portanto, este morreu completo, e talvez com uma morte bem aceita. Quando vivemos mal, a morte nos tira a vida, e a perda é vista como um roubo. Quando vivemos bem, a morte é apenas o último estágio da vida, a perda pode até deixar um vazio, mas não a revolta, não o sofrimento sem tréguas. Este por certo, perceberá que a vida continua, mesmo após uma perda ou morte. E na eminência do próprio fim, se liberta por si mesmo da vida que tanto lhe proporcionou, e sendo ele sabedor deste fim, parte tranqüilo e sereno.
“A morte só nos tomará o que quisermos possuir”, dizia Sponville, e Freud complementa: “não sabemos renunciar a nada. Apenas sabemos trocar uma coisa por outra”. E isso, a realidade pode nos dar. Posso amar outros, ser outro, ter outros. Constantemente travamos uma luta entre nossos desejos, amores ou posses, e a realidade – os impedimentos para alcançarmos tudo o que queremos – Muitas vezes, o real é mais forte, e perdemos essa briga.
O luto pode acontecer tanto do que tínhamos e perdemos, como: emprego, empresa, casamento e morte de um ente querido. Quanto do que esperávamos ter, mas que até o momento não conseguimos, como uma promoção, o carro que não conseguiu comprar, uma paixão que nunca foi correspondida ou ganhar o prêmio na loteria. E tão maior for nosso apego ao que temos ou ao que poderíamos ter, tão maior será o sofrimento caso perdemos. Elaborar o luto é se libertar do desejo, quando ele não pode ser realizado. Isso não serve para dizer que não devemos correr atrás de nossos sonhos, ou viver intensamente nossas paixões e que não devemos empreender nosso máximo para conseguir, mas sim, para dizer que a vida continua apesar de não ter conseguido. Acredite, o mundo é generoso.
A dor do luto
O luto como já dito, carrega em si a dor, viver é estar em constante luto e elaboração do mesmo. Essa elaboração é a ponte que nos leva da dor ao prazer. Luto é aprendizagem, é experiência. O luto nos torna humanos, que sabemos, somos mortais. Portanto, a morte é nossa fiel amiga e não podemos fugir dessa fidelidade. Ela pode ser ludibriada, se postergada, atrasada, mas nunca deixará de vir ao nosso encontro, como disse ela é fiel e cumpre o que promete, cedo ou tarde. Ela nunca deixa de estar presente, para nos mostrar como num espelho, nosso corpo a todo tempo desnudado pelo real. O real é a própria morte, são as perdas, os fracassos, as decepções, as frustrações, as amputações do desejo. Entretanto, o real nos pega mesmo a contra gosto, e por vezes nos mostra exatamente o contrário, que tudo tem um fim, que tudo isso não passa de um conto de fadas. O castelo de cartas cai por terra. Dor, sofrimento, luto.
A elaboração do luto é a aceitação da realidade tal como ela é, nua e crua. É aprender a viver com a ausência, com uma perda, buscando algo novo que nos vá preencher. Nunca é claro, o mesmo preenchimento, apenas um novo. O luto é da morte, não da vida. O que morre são partes de nós, o todo continua vivo. Assim como, a cada dia milhares de células morrem em nosso corpo, porém, milhares nascem para manter o todo nas melhores condições possíveis, e pelo maior tempo possível.

medo de fracassar..........................


Viver é aceitar que cada minuto é um milagre que não poderá ser repetido.
Muitas vezes, a dor alimenta a coragem.
Você não pode ser corajoso se só aconteceram coisas maravilhosas com você.
Mas só uma coisa torna um sonho impossível: o medo de fracassar.
Lembre-se que a persistência é o caminho do êxito!
A vida é feita de maus e, principalmente, de bons momentos.
Não se esqueça!

curvas da vida

Quantas vezes vc se deparou com situações de indagações consigo mesmo??? Quantas vezes vc pediu tanto e recebeu tão pouco??? Creia que vc não recebeu tudo que pediu, mas recebeu tudo que precisava e merecia... Nossas vidas são feitas de retas e curvas, o que faz com que norteamos nosso aprendizado edificante... Nossos corações se entrelassam com outros corações em busca de razões maiores... Nada neste mundo faz sentido se não tocarmos o coraçâo das pessoas... Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também podemos crescer com os toques suaves na Alma...



mostrou

O tempo me mostrou que quase tudo se acaba. Até mesmo aquela amizade que você acreditava que seria eterna. É como passar na rua, ver a pessoa e olhar para o outro lado, fingindo
que não à viu. Percebo a cada dia como o ser humano é falho. As decepções nos fazem crescer e ver que apesar do tempo e distância, quem não vai te ignorar e muito menos virar a cara pra você.
Os poucos e unicos amigos que ficaram mesmo com o tempo passando, você errando e acertando.



as vezes
















As vezes queremos voltar no tempo e fazer algo diferente. Talvez concertar um erro ou simplesmente não comete-lo. As vezes apanhamos da vida e mesmo assim, queremos lutar de novo.
As vezes tudo parece ser tão difícil, mas na verdade nós somos a unica dificuldade. As vezes da vontade de morrer, mais na verdade apenas queremos matar a dor, pois o vento que leva aquilo que amamos é o mesmo que traz aquilo que aprendemos a amar.

novas

Com o tempo e conhecendo novas pessoas e fui moldando meus pensamentos e atitudes, amadurecendo e aprendendo. Eu aprendi que nem todas as pessoas sao iguais mais mesmo assim, quem você menos espera te decepciona, voce conta coisas achando que a pessoa e confiavel diz seus sentimentos e atitudes mais esquece que la na frente essa pessoa pode se torna seu inimigo e isso pode acabar te magoando mais do que você imagina.


sexta-feira, 1 de março de 2013

nao...

O amor não é feito de palavrinhas idiotas, o amor é feito de grandes gestos, como aviões levando faixas sobre estádios, propostas em telões, ou palavras gigantes escritas no céu. O amor é ir mais além mesmo que doa, deixando tudo pra trás. O amor é encontrar uma coragem dentro de si que nem se sabia que existia