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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

i.n.d.i.r.e.ta.........

Nunca fui considerada um exemplo de menina boazinha, meiga, fofa, como todas deveriam ser. Sou malvadinha mesmo, faço tudo errado, choro, danço, canto, defendo as pessoas que amo, sou e ao mesmo tempo não sou delicada, me apaixono, brigo com tudo e com todos, me estresso facilmente e faço um infinito de coisas que não são consideradas fofas. Não sou perfeita, e pra falar a verdade, nem quero ser.

NINGUÉMMMMMMMMMM..











Ninguém é tão forte que nunca tenha chorado.
Ninguém é tão auto-suficiente para nunca ser ajudado.

Ninguém é tão fraco, que nunca tenha vencido.

Ninguém é tão inválido que nunca tenha contribuído.

Ninguém é tão sábio que nunca tenha errado.

Ninguém é tão errado que nunca tenha acertado.

Ninguém é tão corajoso que nunca teve medo.

Ninguém é tão medroso que nunca teve coragem.

Ninguém é tão alguém que nunca precisou de alguém!!!

os burros.......

Se quiser, te ensino a puxar carroças


Hoje encontrei a frase abaixo no Facebook...

O problema com o mundo é que os estúpidos são excessivamente confiantes, e os inteligentes são cheios de dúvidas.


Que grande verdade, não? Essa observação me é recorrente. Os maiores destaques da sociedade não são necessariamente gênios intelectuais. E muitos desses gênios conseguem a incrível façanha de morrerem pobres, quando não, anônimos.
É porque tem um problema .
A frase faz entender algo assim: “Oh, coitados de nós, tão inteligentes e tão cheios de dúvidas”. E pior, ela faz entender que É MELHOR ser inteligente cheio de dúvidas do que um “estúpido” auto-confiante.
Mas acho que as coisas não são bem assim, embora não queira de modo algum fazer qualquer apologia à estupidez ;)
O que quero é comentar que para se conseguir as coisas na vida, é preciso se decidir por algo e… parar de pensar um pouquinho. O raciocínio intelectual deve servir de base para decisões e ações práticas. O intelectual pelo intelectual é algo infrutífero, estéril, fadado a se eternizar… seja nas prateleiras empoeiradas das bibliotecas, ou em discussões acaloradas que levam de nenhum lugar para lugar algum.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013